quinta-feira, 21 de maio de 2015

Situação de aprendizagem 2- Da distinção entre o conhecimento puro e o empírico

Da distinção entre o conhecimento puro e empírico

Não há duvida de que todo o nosso conhecimento começa com a experiência; pois de que outro modo poderia a nossa faculdade de conhecimento ser despertada para o exercício, não fosse por meio de objetos que estimulam nossos sentidos e, em parte, produzem representações por si mesmos, em parte colocam em movimento a atividade de nosso entendimento, levando-a a compará-las, conectá-las ou separá-las e, assim  transformar a matéria bruta das impressões sensíveis em um conhecimento de objetos chamado experiência? No que diz respeito ao tempo, portanto, nenhum conhecimento antecede em nós à experiência, e com esta começamos todos.

Ainda, porém, que todo nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso surge ele apenas da experiência. Pois poderia bem acontecer que mesmo o nosso conhecimento por experiência fosse um composto daquilo que recebemos por meio de impressões e daquilo que nossa própria faculdade de conhecimento (apenas movida por impressões sensíveis) produz por si mesma; uma soma que não podemos diferenciar daquela matéria básica enquanto um longo exercício não nos tenha tornado atentos a isso e aptos a efetuar tal distinção.

Aquela expressão não é suficiente determinada, contudo, para designar de maneira adequada o sentido integral da questão posta. Pois, se costuma dizer, de muitos conhecimentos derivados de fontes da experiência. Assim, diz-se de alguém que solapou os fundamentos de sua casa que ele poderia  saber a priori  que ela cairia, i.e., ele não precisava esperar pela experiencia em que ela de fato caísse. Inteiramente a priori, contudo, ele não poderia mesmo sabê-lo. Pois teria que aprender antes, por meio da experiência, que os  corpos são pesados e, por isso, caem quando lhes é retirado o suporte.

No que segue, portanto, entendermos por conhecimento a priori  aqueles que se dão não independentemente desta ou daquela, mas de toda e qualquer experiência. A eles se supõe os conhecimentos empíricos ou aqueles que só são possíveis a posteriori,  i.e, por meio da experiência.


KANT, Immanuel, Crítica da Razão Pura. tradução Fernando Costa Matos.







Qual é a ideia principal, ou tese do texto ?




Situação de Aprendizagem -1 Caderno do aluno

Texto- Leitura e análise

Ao considerarmos  que o conhecimento de qualquer tipo  é algo a ser honrado e valorizado, um tipo que talvez seja, em razão de sua maior exatidão ou por dizer respeito a objetos mais  belos e elevados, digno de maior valor do que qualquer outro, em ambos os casos deveríamos naturalmente colocar o estudo da alma em primeiro lugar. O conhecimento da alma certamente contribuí muitíssimo para o avanço da verdade em geral e acima de tudo, para a nossa compreensão da natureza, já que a alma é, em certo sentido, o princípio da vida animal. Nosso objetivo é captar e compreender primeiro sua natureza essencial e segundo, suas propriedades desta, algumas são compreendidas como afetos próprios da alma em si, enquanto outras são consideradas como sendo ligadas ao animal, já que este a carrega em si mesmo.

Aristóteles. Da Alma.

Após a leitura do texto, responda: Qualé a importância do estudo da alma?








Assista o video acima


Leitura e análise do texto


Pois nada mais faço  do que  persuadir a todos, jovens e anciãos, a não se preocuparem com si mesmos ou com suas posses, mas acima de tudo e principalmente a se preocuparem com mais profundo aperfeiçoamento da alma. Digo a vocês que a virtude  não é  dada pela riqueza, mas que, de fato, a virtude gera riqueza e também todos os bens dos homens, públicos e também privados.

1- sublinhe as palavras do texto que você desconhece.

2- responda as questões da apostila e  caderno do aluno, paginas 8, 9 e 10.


Responda as questões da lição de casa, um pequeno texto.







segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Capitulo I- Breve histórico do ensino da filosofia no Brasil



Refletindo um pouco sobre a filosofia da Educação

Capitulo I

Breve histórico do Ensino de Filosofia no Brasil

Em virtude dos objetivos propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais,surge uma questão fundamental à todo o educador : Quais são as habilidades e competências que  devemos desenvolver nos nossos alunos para que eles possam ser agentes transformadores de sua realidade? Nosso objetivo é apresentar uma reflexão sobre o tema e sua importância na estrutura escolar.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental escolar  que os alunos sejam capazes de:
1- Compreender a cidadania
2- Posicionar-se de Maneira crítica;
3- Conhecer as características fundamentais do Brasil e as sua dimensões sociais.
4- Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sócio cultural brasileiro
5- Desenvolver o  conhecimento ajustado de si mesmo. Conhecer e cuidar do proprio corpo;
6- Utilizar as diferentes linguagens, as verbais, matemáticas, gráficas, plásticas e corporais;
7-Saber utilizar diferentes fontes de informações ecológicas para adquir e construir o conhecimento.
Mesmo dentro destes objetivos ainda não encontravamos um parâmetro curricular específico para o ensino de filosofia e desta forma trabalharemos dentro desta perspectiva universal.
Inicio com o estudo de alguns teóricos e posteriormente passaremos a definições de competências, não aceito a possibilidade do desenvolvimento da consciência critica através deste parâmetros, pois não existe nele a possibilidade da elaboração do senso critico. no caso do Brasil ainda, apesar de dez anos de aplicabilidade dos parâmetros, não houve ainda um entendimento dos mesmo pelos profissionais de educação. além disso a complexidade das mudanças da relações de trabalho, que  ocorreram com a globalização e o que deve saber os alunos ao se formarem não considerados por estes docentes.
Mas, vamos retornar ao que tem a filosofia com tudo isto?  Ao analisarmos as relações de trabalho e motivação do individuo poderemos pensar de como a educação poderia ter melhores resultados. Com o enfoque da filosofia  aplicado a ela pudesse atender as questões internas de cada pessoa.

Vejamos algumas ideias referente ao trabalho:
O trabalho é a fonte de toda a riqueza, afirmam os economistas. Assim é ao lado de toda a natureza, é encarregada de fornecer os materiais que ele converte em riqueza. O trabalho, porém, é muitíssimo mais do que isso. É a condição básica fundamental de toda a vida humana.  E em qrau que, até certo podemos dizer que o trabalho criou o prórpio homem.
( Antunes, 1999:13)
Então se o trabalho cria o homem, a educação não deveria ser contemplada as relações de trabalho?
Quando analisamos os saberes necessários para educação, que Morim aponta, e como estes  saberes tem se difundido pela sociedade, percebemos que para classe trabalhadora estes saberes não são atingidos. Vemos a contemplação desses saberes como a ferramenta de utilização para a mautenção do capitalismo. observamos que os jovens posteriormente após  os seus estudos, saem despreparados para compreenderem o mundo onde vivem, sua cultura e sua nacionalidade. não  observam muitas  mudanças em sua vida e caem em uma apatia intelectual, pois acreditam que estudam para o nada, e desacreditam do seu próprio estudo.
Com a inclusão dos Pcn's em 1990, verificamos uma grande mudança no sistema de ensino brasileiro. Em meados 1827, a primeira lei sobre a instrução nacional do Império do Brasil estabelecia  que o professor  ensinaria a ler, a escrever, as quatro operações de aritmética , gramatica  de língua nacional, os princípios de moral cristã e de doutrina da religião católica Apostolica Romana: O ensino da leitura era a constituição do Império e história civil, articulada a história do Brasil.
O ensino de Filosofia  inicia-se no brasilcom a criação do colégio Pedro II, o primeiro colégio secundário do país, que apesar de público era pago e destinado as elites. A disciplina já era ensinda nas intituições Católicas  detinadas  a formação clerical, tanto para os padres  como para as freiras.
A filosofia foi  introduzida no ensino secundário depois de 1885. Logo após, foram desenvolvidos programas  para as escolas  elementares , mas não era uma escola laica,pois já era dirigida e dominada pela igreja Católica Apostólica Romana. Isto lembrando, abordamos a esfera pública que é nosso campo de atuação.
No final da década de 1870, com a abolição da escravidão e a proclamação da república um amplo debate sobre o ensino laico tomou conta do país.

" Todo privilégio religioso, em geral, incluindo, portanto monopólio de uma igreja privilegiada, deveria ser abolido e se alguns , vários ou, inclusive, a garnde maioria  se visse  obrigada  a cumprir  seus deveres religiosos, o cumprimento destes deveria ser deixado a seu próprio arbitrio considerando como um assunto exclusivamente privado. Portanto , o Estado pode-se  ter-se emancpado da religião mesmo quando a grande maioria  continua sendo religiosa."
(Marx, Karl, 1843)

Havia neste período, uma imensa precariedade nas escolas elemetares. As salas de aulas eram muito simples e o papel do educador, era o cumprimento do curriculo, composto da leitura e da escrita.
O Brasil entra  na década de 90 de educação com as nações unidas em um pacto de desenvolvimento educacional levando o Brasil a se adequar  às necessidades  mundiais. surge  então, anecessidade  da criação de parãmetros educacionais para evitar discrepâncias de aprendizado entre as religiões do Brasil.

Com o surgimento do conceito de competências  e habilidades nos anos 90 , surge  aí a seguinte questão: quais as habilidades e competências a serem desenvolvidas noas alunos para atender as necessidades de  uma educação favorável a compreensão da realidade? Como adptar os pensamentos a ação, sair da teoria e ir para praxis educacional, e ainda relativiza-la a cada nova situação ?
pensemos que as competências e habilidades são definidas a partir de operações mentais, cada aluno dará uma significação para ela, como nivelar estas compreensões, e como podemos avaliar se realmente nossos alunos a adquiriram na situação de aprendizagem?
É uma situação de grande complexidade , pois se as significações teorias são feitas através de operações mentais, elas estariam sujeitas a um contexto maior que é a vivencia do individuo e isto só se dá através de contexto maior que é o contexto histórico.
Mas uma vez o materialismo dialético se manifesta dentro desta concepção, sabemos que a sua ideia original baseou-se do pedagogo Vigostsk, e evoluida a situação atual foi transformada pelos neoliberais a fim de criar um situação de quantificação a fim de atingir metas .... desta forma transformam uma ideia de um teórico soviético repaginada para uma educação capitalista.

Não podemos negar  que a educação tanto como o trabalho esta sujeito as particularidades de uma economia mundial onde as ideias capitalista  são a base de tudo.
ao meu ver o aluno do século XXI tem necessidades diferentes do alunos século XIX. Ele precisa competir em um universo capitalista e globalizado onde  necessita ter uma ampla compreensão deste universo e de sua época para o desenvolvimento do mercado de trabalho cada vez mais estreito.
As distãncias geográficas fazem que os educadores  analisem e pensem de maneira diferente  quais as competencias necessárias  para este desenvolvimento, ela não deve ser igual nivelada a todos , pois cada região cria sua historia e possui diferenças regionais.
Mais um grande erro acreditar que todas as populações devem ter  competências e habilidades semelhantes.

A escolha destas competências e habilidades a serem desenvolvidas para atingir estes objetivos, parte da problemática local em que estão inseridas as crianças e as escolas, não perdendo de vista que as questões que dimensionam essas realidades estão envolvidas em problemáticas regionais.
Seria a mesma competência e habilidades na disciplina de história ou geografia que devam ser contempladas  por alunos que habitam na Serra da Mantiqueira, idêntica e aos que morem no litoral por exemplo?

Isto tras a apatia aos alunos que não se reconhecem naquilo que aprende, é um grande erro da pedagogia pegar uma concepção filosófica incutir e nivelar a fim de que todos saim do sistemas educacional de forma idêntica. Um Jovem  que mora em uma comunidade acha ou melhor gostaria de ver contemplada na sua educação competências e habilidades as quais façam sentido de vida para ele.
Esta falta de sentido é generalizada, não se identificam com a escola, e não veem a hora de sair dela para dar um sentido a sua existência
A questão da violência social é outra questão que esta em parte nas ccompetênciase habilidades adquiridas em seu meio e  na educação a que recebe, mais uma vez nos deparamos ao contexto histórico, o  individuo histórico.
Será que a educação não esta voltada ao ensino para uma classe social idealizada por vários teóricos, eu digo idealizada porque também observamos uma introspecção das competências e habilidades da classe trabalhadora na classe média e alta.  nem mesmo jovens destas classes sociais tem suportado na educação formal o modus operante Burguês.
É parte do item três:

- Conhecer as características fundamentais do Brasil e as sua dimensões sociais.
este item ao meu ver a nossa juventude procura compreender e é espantoso como o Brasil tem progredido (sua juventude por si) neste quesito.
mas infeliz mente a educação não favorece.
"O ensino obrigatório, que dotava a Prússia de um grande número de indivíduos providos de conhecimentos elementares e de escolas médias para a burguesia, era provido de conhecimentos elementares e de escolas médias para a burguesia, era proveitoso para a burguesia do mais alto grau. Como o progresso industrial chegou inclusive insuficiente. Porém, na época da KulturKamf  alguns  fabricantes se lamentavam,na minha presença, por não poder utilizar como  capatazes, alguns  operário excelentes desprovidos,porém, de conhecimento escolares. Isto acontecia, sobretudo, em regiões católicas.
É a pequena burguesia, sobretudo, que lamenta o alto custo destas instituições e da conseguente agravção fiscal
No estado de São Paulo, ha muitos anos politicas educacionais tem criado um divisor de águas entre os filhos da classe trabalhadora e da classe burguesa, que, evidentemete, não participam da instituição fundamental e média pública, mas que ainda,monopolizam o ensino superior público neste Estado.
A citação acima de Engels retrata, apesar do tempo que foi escrita, a realidade vivida por nossos alunos que mal preparados para o mercado de trabalho e também para o ensino superior acabam muitos caminhando pelo total abandono destas instituições.
Possuímos excelentes alunos que desprovidos da condição educacional passam a onerar a sociedade, quando não conseguem ser absorvidos pelo mercado de trabalho incomodado em muito a pequena burguesia que deve arcar com impostos altíssimos para manter, além da escola, o sistema carcerário.
Acredito que muitos professores conhecem os objetivos nada altera a praxis  na vida de alunos, filhos de trabalhadores em especial os da camada mais baixa.
Eles  não compreendem sua sociedade e muitas vezes sendo incapazes de se defender das circunstancias que os levam a exclusão social, procuram o caminho da criminalidade.
Como Perrenoud cita,os profissionais da educação devem saber administrar situações  problemas ajustadas ao nivel  e as possibilidades dos alunos.
Adquirir uma visão  longitudinal dos objetivos de ensino. Estabelecer laços com as teorias subjacentes as atividades de aprendizagem.
Acredito, desta forma, que os profissionais da educação ainda não atingiram uma visão longitudinal dos objetivos de ensino, educando as crianças sem saber onde chegar, neste aspecto, existe uma concordância coma s ideias de Perrenoud.
 A questão é  como um professor poderá administrar situações problemas ajustadas  as possibilidades dos alunos, dentro de um sistema em que ele verifica que seu aluno nasceu dentro de uma exclusão social. Nossos jovens não são preparados para exercer a cidadania, pois é uma cidadania fictícia onde seus direitos básicos não são atendidos, desde a tenra idade, onde eles não confiam, na educação recebida.
observam que tem deveres a cumprir, mas que pouco é feito no que tange os seus direitos sociais.
A sociedade espera que os professores trabalhem seus jovens para serem vitoriosos, no entanto, os professores não compreendem como podem ajudar      a resolver os problemas de mercado de trabalho, e como conseguirão ajudar o aluno a compreender o mundo em que vivem.







quinta-feira, 19 de junho de 2014

Dois Tratados sobre o governo - John Locke

Existiria uma continuidade entre a condição natural-primitiva  e a social-politica do homem ? Como poderíamos pensar  a formação de uma sociedade em oposição a ideia de um individuo isolado dentro da mesma?

No livro Dois Tratados sobre o governo, Locke ira  discorrer sobre a questão desta continuidade. Em seu texto Locke fundamentará suas ideias na própria bíblia e desprenderá para filosofia explicando de forma sistemática como o homem primitivamente irá pela necessidade da manutenção da família evoluir a uma sociedade política e desta forma começa a fundamentar também as ideias do capitalismo.

" Deus ao fazer o homem uma criatura que, segundo o seu juizo, não deveria ficar sozinha, submeteu-o a poderosa obrigações de necessidade e comodidade, inspirou-o a entrar em sociedade e dodatando-o de inteligencia e linguagem , tornou apto a levar adiante essa sociedade e dela usufuir".

Para ele, o fato do homem ter que se  juntar a uma mulher e multiplicar, e com o suor do rosto viverás, fara com que o homem corra atras da mutenção de alimentos para a substencia desta família,  como um mandamento este próprio homem criará  a primeira sociedade que é  aquele onde homens e mulheres, deu origem a seus filhos que depois aumentará  enter senhor e servos.  Uma sociedade patriarcal, mas que surgiria segundo ele de um contrato volutário entre homem e mulher, que de bem comum um teria direito de um sobre o corpo do outro. 

Para ele a obrigação da mautenção da familia seria dos pais, que deveriam  trazer consigo cooperação e assitencia recíproca, bem como  uma comunhão de interesses, para que sua prole que tem o direito a ser nutrida  e sustentada por eles , até que se tornem capazes de conduzir a sí proprios.

Esta manunteção a  sobrevivencia da prole faria com que o homem criasse em si a necessidade de acumulo de bens.

Estaria aí o princípio do capitalismo, e ele vai mais além, o direito de que este homem possa manter seus bens, de que o governo teria que proteger a família e a propriedade privada, pois  este patrimonio legitimo fora criado a manutenção das familias.

Mas Locke também apesar de dizer que todos os homens são iguais em sua natureza, aceita a escravidão como legitima sendo proveniente de guerras onde a parte perdedora se submete a ganhadora.

domingo, 8 de junho de 2014

Empirismo de John Locke

Vamos lá, discorrer sobre John Locke, e o empirismo;

De onde provém o conhecimento?

Locke apresenta seus argumentos extraídos da experiência, a não existência de ideias natas. Para ele tudo é aprendido com a experiência;

" A mente humana  é ao nascer, uma tabua rasa, um papel em branco sobre o qual a prática do mundo externo e a reflexão dos indivíduos sobre si mesmo imprimirão aqueles sinais  que denominamos conhecimento".


Para ele não existe  nenhum principio semelhante, porque não pode existir nenhum principio no qual os homens estejam de acordo. Os celebres princípios da metafisica : 

1- Tudo o que é é.

2- É impossível que uma coisa que é ao mesmo tempo não seja.

                    Máximas estas que foram debatidas e esgotadas em seu entendimento,  Locke afirma:  " Em primeiro lugar, é evidente que as crianças  e os idiotas não tem a menor percepção desses  princípios absolutamente não pensam neles".

Ora, desta forma ele concebe a ideia que tudo é explicado pela experiencia que o individuo tem com o meio,  então, o ato de pensar é consciente, para ele não se pode dizer que uma proposição que está na mente, que ela ainda não a percebeu ou que mesmo nunca teve consciência dela.


O que você acha disto?

Deixe seu recado abaixo com os seus questionamentos a respeito.




Boa noite.

Passei alguns dias até tomar coragem para sentar-me ao computador e escrever um pouco, mas é certo que a cada comunidade que chegamos, vão se cruzando obstáculos, os quais devemos transpo-los dia após dias.

Na educação também se dá desta maneira, são muitos e diversos, mas rodeados de delicadezas e com muito amor podemos superar um a um.

Vejamos um deles: Como uma professora de filosofia poderia cativar os alunos rodeados de tão bela natureza e as praias como são maravilhosas!!!!



Realmente Ubatuba é uma cidade linda, maravilhosa, e torna-se um imenso desafio para nós professores cativarmos os jovens a fim que estudem. Mas no primeiro semestre fizemos muitas coisas, com os primeiros anos, nós estudamos os filósofos materialistas, o empirismo e agora estamos caminhando para o criticismo, fizemos pesquisa de palavras no glossário filosófico e expandimos muito nossa compreensão de mundo.
Espero sinceramente que nossas férias sejam repletas de alegria, pois temos uma copa do mundo por aí,  e muitas emoções nos aguardam, desejo a vocês  boas  férias e uma Copa do Mundo repleta de alegria, com o Brasil vencedor, é lógico.




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Despedidas a Todos os Alunos de Piquete.





Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou. Assim, tudo é regido pela dialética, a tensão e o revezamento dos opostos. Portanto, o real é sempre fruto da mudança, ou seja, do combate entre os contrários.



Heráclito


A vida é assim, devemos seguir  o curso das coisa, desta forma me despeço da comunidade de Piquete já sentido saudades, mas levando um grande aprendizado para minha vida encerro postando alguns videos de aulas que foram documentadas, para que todos possam guardar de recordação este momento valioso.


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Foram momentos inesquecíveis com os alunos trabalhamos com seminários de vários temas
Todos estão de parabéns pelo crescimento de desenvoltura.

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Trabalhamos bastante, evoluímos como seres humanos que Deus nos criou para a felicidade

Abaixo deixo uma reflexão:
Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusessem as mãos e orasse por elas.Mas os discípulos, vendo isto, os repreendiam. Jesus,porém, indignou-se e disse-lhes:-Deixai vir a mim as  crianças e não as impeçais, porque das tais é o Reino de Deus. Em verdade vos digo que  qualquer que não receber o Reino de Deus como criança de maneira nenhuma entrará nele. E tomando seus braços, as abençoou, pondo as mãos sobre elas. E depois de lhes impor as mãos, partiu dali.
Evangelho de Jesus,Como é importante darmos atenção as crianças e aos jovens, leva-los a reflatir sobre o exemplo de coisas boas, criando a criticidade neles para que possam se proteger dos abusos praticados pelo capitalismo, onde sua imagem é distorcida e comercializada, bons exemplos, como Jesus nos demonstrou de darmos atenção a eles, ouvi-los e encaminharmos ao bem. Amo todos vocês alunos e sempre esarão comigo no meu coração.